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006. Não te ires, Senhor

Então Abraão disse ainda: “Não te ires, Senhor, mas permite-me falar só mais uma vez. E se apenas dez forem encontrados?” Ele respondeu: “Por amor aos dez não a destruirei”. (Gn 18:25, NVI) Depois de servir como um verdadeiro líder e ser grandemente abençoado, Abraão assumiu outra postura essencial da liderança missional: intercedeu pela salvação das pessoas. Ele não ignorou a gravidade do pecado, mas orou sobre ela. Sua oração foi ancorada na justiça divina, não em méritos humanos. Abraão suplicou com humildade e reverência, consciente de que dependia inteiramente da vontade do Senhor. Ainda assim, orou com insistência piedosa, não

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005. Se mereço o seu favor

Disse ele: “Meu senhor, se mereço o seu favor, não passe pelo seu servo sem fazer uma parada. (Gn 18:3, NVI) O texto encontra Abraão a descansar em uma área fértil na região de Hebrom. Ele era rico, honorável e estava descansando. Então apareceram três homens desconhecidos. Naquele momento a capacidade de liderança do pai da fé se expôs admiravelmente. Mostrou disponibilidade, mesmo quando o horário não era próprio, e interrompeu seu descanso a partir da necessidade dos outros. Foi diligente e proativo em suas ações, colocando-se como servo e sujeitando-se aos outros. Lavou os pés, ofereceu alimento, arcou com os

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004. Você será uma bênção

“Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados”. (Gn 12:2,3, NVI) Deus exigiu uma grande renúncia de Abrão e o motivou com uma promessa ainda maior. Para isso, repetiu os termos engrandecer e abençoar, expressando a ação de fazer crescer e exaltar. Talvez essas promessas não soem tão atraentes em nosso mundo individualista, mas foram mais do que Abrão poderia imaginar ou desejar em seu tempo. Deus

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003. Saia da sua terra

Então o Senhor disse a Abrão: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei.”(Gn 12:1, NVI) Embora testemunhe a situação particular de Abrão, o texto expressa uma verdade abrangente: para obter uma nova visão é necessário renunciar. Deus exigiu ação de Abrão em deixar sua terra, o senso de estabilidade, sua família, o senso de pertencimento, e a casa de seu pai, o senso de dever. Ao longo da Escritura, toda vocação, toda nova visão de Deus, exigiu renunciar e isso nunca é fácil. Estabilidade,

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002. Subjuguem a terra

Deus os abençoou, e lhes disse: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra”. (Gn 1:28, NVI) Cinco imperativos definem a liderança missional na criação dos seres humanos nesse versículo. Os dois primeiros estão ligados à sua existência: sejam férteis e multipliquem-se. Os três seguintes definem sua missão. ‘Encham’ traz a ideia de ocupação. ‘Subjuguem’ tem o significado de controlar. ‘Dominem’ pressupõe governo, conduzir a criação conforme o propósito de Deus. Essas cinco ações são próprias do ser humano

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001. Haja luz

No princípio Deus criou os céus e a terra. Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Disse Deus: “Haja luz”, e houve luz. (Gn 1:1-3, NVI) Antes de qualquer forma ou função, havia apenas o caos: a terra sem forma e vazia, coberta por trevas. Sobre esse abismo, o Espírito de Deus se movia silenciosamente, preparando o espaço para a Palavra. Então Deus falou, e a luz surgiu, separando a ordem do caos. O texto ensina que o caos não é definitivo, pois

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